
Somos questionados constantemente sobre nosso trabalho referente a busca de vida extraterrestre e o trabalho realizado por agências e institutos governamentais.
Apesar de haver muita informação na internet, sem fonte confiável, sobre o trabalho da ciência na busca por vida extraterrestre e exploração espacial. Há também, trabalhos sérios sendo realizados e divulgados atualmente.
Para entender como é realizada a pesquisa e exploração espacial atual, visitamos o Complexo ALMA, localizado no Deserto do Atacama, Chile.

O Atacama Large Milliter / Submillimeter Array (ALMA) é uma união internacional entre o Observatório Europeu Austral (ESO), Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos (NSF), Instituto Nacional de Ciências do Japão (NINS), Instituto NRC (Canadá), NSC e ASIAA (Taiwan), KASI (República da Coreia), em cooperação com a República do Chile.
O ALMA é o maior projeto rádio astronômico existente atualmente no planeta, contando com um parque de 66 antenas de rádio de alta precisão, instaladas sobre o vulcão Chajantor a mais de 5.000 m de altitude. As 66 antenas estão sobrepostas em diversas posições e juntas formam uma única antena de 16 km de circunferência.
Este projeto serve para observar o universo além do espectro visível da luz captada pelo olho humano. E com isso observar áreas e corpos celestes até agora desconhecidos para o homem, descobrir as origens do universo e até mesmo contribuir para a busca de vida no universo.

O ALMA tem o propósito de observar o universo não observável até o momento e contribuir para a busca de vida além da Terra, pois conforme opinião de diversos astrônomos envolvidos no projeto, seria um grande desperdício de espaço se a vida existisse apenas em nosso planeta.
Visitamos as instalações do ALMA, a sala de controle, a sala de ajustes e manutenção dos equipamentos, assim como, pudemos adentrar na área externa do complexo e observar de perto duas antenas que estavam em manutenção preventiva.




Pudemos registrar a visita ao ALMA em fotos e vídeos e como toda a informação do ALMA é pública, a única solicitação foi citar a fonte caso qualquer informação, foto ou vídeo fosse publicada ou repassada à internet ou terceiros.




Esta visita ao ALMA foi importante para conhecermos os avanços tecnológicos em pesquisas relacionadas a astronomia e exploração espacial. E perceber o interesse dos astrônomos em conhecer o cosmos, descobrir os mistérios que nos cercam e encontrar respostas a dúvidas sobre nossa origem, da criação do nosso planeta, da formação do universo e muito mais.




O deserto do Atacama foi escolhido devido à baixa quantidade de chuva que ocorre no ano e o vulcão Chajantor foi escolhido para instalação das antenas devido estar a uma grande altitude e não sofrer com as alterações climáticas e atmosféricas, contribuindo com a captura de dados do cosmos sem sofrer interferências climáticas e ou alterações da atmosfera.

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